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Exército simula ataques virtuais no maior exercício de ciberdefesa

O Exercício Guardião Cibernético 2026 será realizado entre 21 e 26 de setembro de 2026, com atividades distribuídas por polos em Recife, Belém, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Brasília como epicentro; o Comando do Exército informou que a iniciativa tem por objetivo provocar cenários digitais massivos para avaliar a capacidade de defesa e recuperação das infraestruturas consideradas vitais, reunindo mais de 240 entidades civis e militares em simulações técnicas e de gestão de crise.

Entre 21 e 26 de setembro de 2026, o Exercício Guardião Cibernético reunirá mais de 240 entidades em polos distribuídos por Recife, Belém, Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba, com Brasília atuando como epicentro das operações. A mobilização inédita tem por objetivo provocar cenários digitais massivos para aferir a capacidade de defesa e recuperação das infraestruturas consideradas vitais, testando tanto soluções técnicas quanto fluxos decisórios sob pressão.

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Operacionalmente, a iniciativa se divide em duas vertentes: uma dedicada à gestão de crise para altos escalões, simulando demandas políticas e a necessidade de decisões rápidas e coordenadas; e outra orientada a equipes táticas, focada na contenção de intrusões, mitigação de danos e restauração de serviços essenciais. O polo de Recife ganha destaque por abrigar o CESAR e seu Centro de Competência em Segurança Cibernética, ligado à Embrapii, reconhecido pela certificação única no país e responsável por estudos em proteção de dados e técnicas de resposta a ataques.

Além das Forças Armadas, participam agências reguladoras, operadores de água e telecomunicações, instituições financeiras, empresas privadas e universidades, envolvendo integração entre atores civis e militares. O exercício não envolve testes com cidadãos; as simulações concentram-se em sistemas e processos.

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Observadores apontam que, diante da evolução contínua de softwares maliciosos, o Guardião Cibernético poderá revelar lacunas operacionais e orientar ajustes em políticas públicas e investimentos em resiliência, dependendo da incorporação das lições aprendidas pelos órgãos participantes. Analistas também exigem transparência sobre cenários usados e mecanismos de avaliação após os exercícios para melhorar resposta nacional imediata.

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