O piso salarial nacional foi elevado para R$ 1.621,00, em decreto que entrou em vigor em 1º de janeiro de 2025, valendo em todo o território brasileiro e servindo como referência para pagamentos e benefícios federais; a mudança repõe a inflação acumulada no período e incorpora um ganho real, observando o limite previsto pelo arcabouço fiscal.
O governo oficializou o reajuste por decreto que combina a correção pelo INPC acumulado no período com um ajuste adicional limitado a 2,5%, resultando num aumento nominal de R$ 103 em relação ao piso vigente em 2024.
O percentual aplicado foi de 6,79% e considerou arredondamentos positivos quando cabíveis. O novo piso passa a valer como referência para pagamentos federais, incluindo aposentadorias, pensões, BPC, seguro-desemprego e abono PIS/Pasep.
Os beneficiários que já recebem o valor mínimo terão o crédito atualizado automaticamente nas datas previstas pelo INSS. Para os que recebem o piso, os pagamentos relativos a janeiro serão efetuados entre 26 de janeiro e 6 de fevereiro; para outros beneficiários, o cronograma de janeiro vai de 2 a 6 de fevereiro. O teto previdenciário permanece em R$ 8.157,41 e não foi alterado com este reajuste.
Impactos e prazos
O BPC sobe para o novo patamar e o critério de renda per capita familiar para elegibilidade passa a ser de até 25% do piso, aproximadamente R$ 405,25 por integrante. O seguro-desemprego terá como mínimo o valor atualizado a partir de 2026, com faixas superiores a serem divulgadas pelo Ministério do Trabalho.
Abono PIS/Pasep será pago no valor de R$ 1.621,00 entre 15 de fevereiro e 15 de agosto, estimando-se 26,9 milhões de beneficiários e impacto próximo a R$ 33,5 bilhões. A medida busca preservar o poder de compra dos mais vulneráveis diante de limites fiscais; dúvidas devem ser dirimidas junto ao INSS e ao Ministério do Trabalho. Informações oficiais seguem disponíveis nos canais.
