O sarampo voltou a aparecer em municípios de São Paulo, como São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo, com casos registrados em 2026; o retorno ocorre porque a proteção coletiva diminuiu, favorecendo a reintrodução do vírus e exigindo atualização imediata das vacinas, disponíveis nas unidades básicas de saúde.
Autoridades de saúde confirmaram dezenas de casos de sarampo em 2026 e alertam que a queda da cobertura vacinal permitiu a reintrodução do vírus. A vacina tríplice viral, que protege contra caxumba e rubéola, é oferecida gratuitamente nas unidades básicas; crianças e adolescentes devem checar o cartão vacinal e procurar a UBS para atualização.
Em áreas com transmissão, pessoas de seis meses a 59 anos devem buscar avaliação em UBS para dose adicional. Fora dessas áreas, a necessidade de nova aplicação varia conforme idade e número de doses; quem não tem comprovante deve considerar-se não protegido até verificação.
O esquema prevê doses aos 12 e 15 meses, mas a chamada dose zero, para bebês de 6 a 11 meses, oferece proteção precoce sem substituir aplicações posteriores; as crianças devem receber as doses do calendário.
Sintomas e orientações
Os sinais incluem febre alta, erupção que começa no rosto, tosse, coriza e conjuntivite. O vírus se transmite por gotículas e contato próximo, com ambientes fechados favorecendo a propagação. Complicações podem ser pneumonia, otite e encefalite, com maior risco em crianças, gestantes e imunodeprimidos. Ao notar sintomas, procure atendimento, evite contato com outras pessoas e informe exposições e histórico vacinal; diagnóstico clínico e exames confirmam casos e ajudam a reduzir a transmissão.
Se não tem cartão, vá à UBS para checagem e vacinação. Profissionais de saúde devem comprovar duas doses. Gestantes consultem o serviço de saúde; tríplice viral é contraindicada na gravidez. Atualizar a carteira vacinal é a medida eficaz para conter surtos e proteger a coletividade.
