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Novo imposto sobre bens e serviços nas notas fiscais

Inicia em 3 de agosto de 2026, em todo o território nacional, a fase de testes para incorporar os novos tributos eletrônicos — IBS e CBS — nos documentos fiscais digitais (como NF-e e NFC-e); a ação tem o objetivo de checar a adaptação de softwares e do fisco, reduzir riscos de interrupção nas operações e inconsistências na cadeia tributária, e será realizada por meio da inclusão de campos específicos nos sistemas de emissão, em ambiente de validação sem cobrança adicional.

Os testes, previstos para arrancar em 3 de agosto de 2026, têm caráter técnico e visam validar a inclusão dos campos relativos ao Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e à Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) nas notas fiscais eletrônicas, como NF-e e NFC-e. Durante o período de validação, os dados enviados servirão apenas para conferência de rotinas, integração de sistemas e ajuste de processos das empresas e da administração tributária; não haverá cobrança adicional nem alteração imediata da carga tributária.

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Para efeito de verificação do fluxo de informação, aplica-se uma alíquota simbólica de 1%, rateada entre os dois tributos, apenas para testar o processamento. Nesta fase, obrigam-se a informar os novos campos as empresas enquadradas nos regimes de Lucro Real e Lucro Presumido; micro e pequenas empresas optantes pelo Simples Nacional estão dispensadas até 1 de janeiro de 2027.

O mecanismo automático de rejeição de notas sem os novos campos está temporariamente suspenso, medida que busca evitar interrupções nas vendas enquanto o mercado adapta seus emissores. Pequenos compradores devem acompanhar seus fornecedores: receber documentos com códigos atualizados, como novos CST e cClassTrib, será essencial para preservar créditos fiscais e evitar retrabalho contábil futuro.

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Quem ainda não estiver pronto deve priorizar atualização de software, revisão contratual e diálogo com contador. Instituições como o Sebrae oferecerão materiais, cursos e atendimento direto para orientar sobre o modelo de IVA dual, imposto seletivo e impactos no Simples. A recomendação é antecipar checagens técnicas e capacitação para reduzir riscos quando a obrigação for ampliada.

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