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Confira como Piauí ampliou serviços de saúde e realizou 1,5 milhão de exames

Na manhã de terça-feira, dia 20 de 2025, o governador Rafael Fonteles apresentou os principais indicadores da saúde pública do Piauí, em um balanço estadual que explicou por que ocorreu a ampliação do atendimento: investimentos em infraestrutura, reorganização de rotinas e adoção de soluções digitais para descentralizar o serviço e facilitar o acesso.

Em balanço detalhado, o governo do Piauí apresentou números que demonstram transformação no atendimento em saúde. No total, foram 641.351 consultas em 2025, incluindo presenciais e por plataformas remotas.

O atendimento presencial cresceu fortemente, de 22.299 consultas em 2022 para 420.054 em 2025, sinalizando ampliação da cobertura física da rede estadual. A atividade diagnóstica também registrou aumento expressivo: exames presenciais passaram de 122.339 em 2022 para 778.848 em 2025, e somados aos procedimentos on-line o estado chegou a 1.525.559 exames no ano, ampliando capacidade de identificação de agravos.

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A telessaúde mostrou-se decisiva para o avanço: foram 186.484 teleconsultas com clínicos gerais e 115.191 com especialistas, além de 14.213 sessões de psicologia, 17.006 atendimentos de dermatologia e 13.621 de ortopedia.

Os tele laudos totalizaram 957.101 registros, com 395.771 radiografias e 351.194 eletrocardiogramas; somadas teleconsultas e tele laudos, as interações digitais chegaram a 1.258.776, consolidando a tecnologia como vetor de inclusão.

Na prática, o crescimento amplia a capilaridade do sistema, reduz deslocamentos de pacientes rurais, agiliza diagnósticos e pode diminuir filas. O volume de tele laudos melhora o suporte técnico às unidades locais e integra centros de referência a localidades distantes.

Mantêm-se desafios como conectividade desigual, necessidade de capacitação contínua e garantia de financiamento sustentável. Para consolidar ganhos, o governo aponta por ampliar banda larga, formar equipes em telemedicina, integrar prontuários e monitorar desfechos clínicos.

Avaliações periódicas e auditorias independentes serão necessárias para verificar impactos na qualidade, equidade e na redução de tempo para diagnóstico, além de orientar ajustes nas políticas públicas e financiamento público.

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Dúvidas frequentes

  • Por que houve esse salto? Combinação de investimentos, reestruturação de serviços e implementação de plataformas digitais.
  • A qualidade está assegurada? O aumento de tele laudos e a presença de profissionais especializados apontam melhora, mas fiscalização e protocolos permanecem essenciais.
  • Há riscos ou gargalos? Conectividade desigual, necessidade de capacitação contínua e financiamento sustentável são desafios a enfrentar.
  • Quais os próximos passos recomendados? Ampliar banda larga, formar equipes em telemedicina, integrar prontuários e monitorar desfechos para garantir efetividade e equidade.

Conclusão: os indicadores mostram progresso substancial no Piauí, mas consolidar esses ganhos exige investimento contínuo, governança ativa, foco na interoperabilidade entre sistemas e avaliação rigorosa dos resultados clínicos para assegurar qualidade e equidade no atendimento.

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