/

Congresso acelera votação para reduzir custo da folha e proteger empresas

Revisão de encargos sobre a folha de pagamento é tema em debate no Congresso Nacional, com epicentro em Brasília, e visa reduzir pressões que atrapalham a competitividade das empresas brasileiras; a tramitação deve se intensificar após o Carnaval de 2025, quando parlamentares planejam negociações no Legislativo para conciliar redução de custos, preservação de empregos e ajustes nas contribuições sociais.

O deputado Cláudio Cajado tem sido o principal articulador da iniciativa, que propõe revisar encargos sobre a folha de pagamento com objetivo de reduzir o peso sobre salários e aumentar a competitividade das empresas brasileiras.

A proposta, em debate no Congresso Nacional, ganhou tração em Brasília e conta com parlamentares que apontam para uma maioria favorável, cenário que pode acelerar a votação após o Carnaval de 2025. Entre os pontos centrais estão ajustes nas contribuições sociais e regras transitórias para adaptação das empresas, além de mecanismos de compensação orçamentária que ainda precisam ser definidos.

Leia também:  Lula sanciona lei que cria bolsa de qualificação para pessoas em situação de rua

Empresários manifestam inquietação diante da possibilidade de elevação de despesas, sobretudo em setores de margens reduzidas, onde o impacto sobre investimentos e geração de vagas pode ser mais intenso. O principal receio é que mudanças mal calibradas aumentem o custo do trabalho sem permitir repasse ao consumidor. Etapas previstas incluem troca de emendas, negociações intensas e acordos políticos para viabilizar um texto que concilie proteção social e sustentabilidade empresarial.

Cajado e aliados defendem que a reforma preserve empregos enquanto reduz encargos que atrapalham a competitividade externa. A expectativa oficial é concluir a tramitação no primeiro semestre de 2025, se houver aceleração. Especialistas recomendam que sindicatos, entidades empresariais e contadores acompanhem o processo, apresentem cálculos setoriais e proponham soluções compensatórias, fundamentais para reduzir riscos sobre emprego, investimento e preços ao consumidor.

Leia também:  Implanon chega ao SUS: implante de 3 anos garante nova opção para mulheres

O diálogo técnico e social deverá ser intensificado, com estudo de impactos fiscais e prazos de transição alinhados para mitigar efeitos indesejados sobre empregos e investimentos.

Meu Piauí

A Meu Piauí é uma revista online que apresenta e valoriza nosso estado, nossa cultura e nossa gente.

Deixe um comentário

Your email address will not be published.

Últimos artigos do Blog