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SUS protegerá bebês prematuros com novo imunizante

O governo anunciou que o nirsevimabe, nova proteção farmacológica contra o vírus sincicial respiratório (VSR), será distribuído na rede pública federal (SUS) e em serviços privados de saúde a partir de fevereiro de 2025, com o objetivo de reduzir casos graves de infecções respiratórias em lactentes, especialmente os nascidos prematuros; a administração ocorrerá por via intramuscular e visa proteger os bebês durante a temporada de maior circulação do vírus.

O governo federal incorporou o nirsevimabe ao catálogo de meios profiláticos do SUS para prevenir bronquiolite e pneumonia graves causadas pelo vírus sincicial respiratório (VSR) entre lactentes vulneráveis.

O anticorpo monoclonal é administrado por via intramuscular e oferece proteção durante a temporada de maior circulação do VSR. Receberão prioridade, bebês prematuros nascidos a partir de agosto de 2025 que tenham até seis meses no momento da aplicação, independentemente do peso ao nascer ou da imunização materna.

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Também estão incluídas crianças de até dois anos com condições de risco, como displasia broncopulmonar, cardiopatias congênitas, malformações das vias aéreas, doenças neuromusculares, fibrose cística, deficiências imunológicas severas e síndrome de Down.

A aplicação pode ocorrer na maternidade ou durante internação neonatal, desde que o recém-nascido esteja clinicamente estável e sem contraindicações para injeção intramuscular. Prematuros nascidos entre agosto de 2025 e fevereiro de 2026 devem receber o produto no começo da estação do vírus se ainda tiverem menos de seis meses. Para crianças de alto risco até dois anos, a busca deve ser feita pela Rede de Imunobiológicos para Pessoas com Situações Especiais (RIE) entre fevereiro e agosto, com apresentação de receita ou relatório médico; a equipe local avaliará e autorizará a aplicação.

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Planos de saúde privados também ampliarão o acesso, recomendando o uso em neonatos prematuros ou a termo. Experiências internacionais apontam redução expressiva em internações pediátricas, ocupação de UTIs e mortes por VSR onde a estratégia foi adotada. Em todos os casos, a equipe de saúde avaliará contraindicações antes da aplicação.

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