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Hospital Getúlio Vargas reduz espera por cirurgias a menos de 60 dias

O Hospital Getúlio Vargas (HGV), em Teresina/PI, reduziu o tempo médio de espera para cirurgias eletivas para menos de 60 dias, segundo dados da Secretaria de Saúde do Piauí (Sesapi) compilados pelo Sistema Regula Piauí; a queda é resultado de reorganização operacional, apoio institucional e engajamento das equipes, registrada em 2025 e marcando avanço frente a 2022, quando a espera média ultrapassava 400 dias.

Desde o início do ano, a direção do Hospital Getúlio Vargas intensificou ações para reduzir a fila de cirurgias eletivas, com resultados mensuráveis apresentados pela Sesapi por meio do Sistema Regula Piauí. A série de medidas incluiu revisão de rotinas clínicas, otimização do uso dos blocos operatórios, fortalecimento do acompanhamento pré-operatório e maior coordenação entre departamentos administrativos e assistenciais.

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O apoio institucional do governo do estado e o trabalho conjunto com a Secretaria de Saúde foram citados como fatores que viabilizaram aumentos de produtividade, assim como a mobilização integrada de clínicos, equipe de enfermagem, técnicos e pessoal administrativo. Em números, a espera média que ultrapassava quatrocentos dias em 2022 caiu para menos de sessenta dias, ampliando a capacidade de resposta do hospital frente a uma demanda reprimida.

Para a população, a redução significa menor risco de agravamento de condições clínicas, retorno mais rápido ao trabalho e ganhos em qualidade de vida. Especialistas internos afirmam que parte do êxito decorre também do monitoramento contínuo das filas e da priorização dos casos conforme critérios clínicos. Há, porém, limitações: as estatísticas divulgadas não contemplam pacientes regulados por outras vias e atendimentos diários convencionais, o que pode expandir o universo de espera real.

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A experiência do HGV é apontada como modelo potencial para outras unidades, embora sua adaptação dependa de recursos locais, manutenção das práticas e articulação interinstitucional para garantir a sustentabilidade das mudanças. Relatórios futuros e divulgação periódica dos indicadores serão essenciais para acompanhar a consolidação dos ganhos e orientar políticas públicas no estado.

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