Na semana do Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho de 2025), a Águas de Teresina apresentou os resultados recentes do saneamento na capital piauiense: com aportes superiores a R$ 1,3 bilhão, a coleta e o tratamento passaram a atingir cerca de 60% da população e tratam aproximadamente 40 milhões de litros diários, iniciativas desenvolvidas entre 1º e 6 de junho para reduzir a poluição dos rios e proteger a saúde pública.
Em apresentação na semana do Dia Mundial do Meio Ambiente, a concessionária detalhou investimentos superiores a R$ 1,3 bilhão destinados à expansão e modernização do saneamento em Teresina. A coleta e o tratamento de esgoto passaram a alcançar cerca de 60% da população, ante 19% antes da concessão, tratando cerca de 40 milhões de litros por dia. As obras incluem ampliação de redes, novas ligações domiciliares e entrada em operação de estações de tratamento que reduziram o despejo de esgoto in natura nos rios e preservaram mananciais.
Além dos números, a companhia promoveu, entre 1º e 6 de junho, ações educativas: palestras, oficinas de reaproveitamento, visitas e sessões de cinema temático, além de campanha de troca de materiais, para envolver moradores e estimular boas práticas. O levantamento setorial aponta Teresina no topo do Nordeste em investimento per capita em saneamento, resultado que se traduz em benefícios coletivos: moradores, fauna e flora aquáticas e o sistema de saúde local.
O esgoto coletado passa por processos físicos e biológicos nas estações antes de retornar ao ambiente, conforme padrões de qualidade. A legislação nacional obriga a ligação quando a via pública dispõe do serviço, medida que amplia ganhos ambientais e sanitários. Deve-se evitar descartar lixo, óleo, fraldas e materiais inertes na tubulação, pois causam entupimentos e extravasamentos. A não conexão e o descarte indevido podem anular avanços e elevar custos de manutenção. Gestores afirmam que onde a rede chega surgem saúde, dignidade e maior proteção ao ambiente, efeitos já percebidos pela população local.
