O segundo concurso nacional unificado para cargos federais foi realizado em locais distribuídos por todo o território brasileiro, inclusive no Distrito Federal, com provas aplicadas no domingo, 7 de dezembro de 2025, e visou ampliar a representatividade, promover acessibilidade e corrigir desequilíbrios na seleção do serviço público.
A coordenação do processo, conduzida pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, adotou uma política de equiparação numérica que, quando candidatas atingiram a pontuação mínima, permitiu inserir mais mulheres entre os classificados para etapas subsequentes.
Realizado no domingo, 7 de dezembro de 2025, o segundo Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) mobilizou 42.499 convocados para provas aplicadas em locais distribuídos por todo o território brasileiro, inclusive no Distrito Federal.
A mudança mais relevante anunciada pela gestão do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) foi a adoção de uma política de equiparação numérica que ampliou a presença feminina entre os aprovados: das 42.499 pessoas convocadas, 24.275 são mulheres, equivalente a 57,12% do total.
A ação ocorreu quando candidatas atingiram a pontuação mínima e permitiu preencher vagas classificatórias de forma a reduzir desequilíbrios de gênero, sem excluir candidaturas masculinas já válidas. Em termos práticos, o posto de Analista Técnico de Justiça e Defesa (Bloco 7) exemplifica a alteração – originalmente havia 888 mulheres e 1.490 homens; após a medida, 731 mulheres adicionais foram incluídas para a etapa discursiva, restabelecendo maior paridade.
O CPNU 2 também é pioneiro na aplicação integral da Lei nº 15.142/2025, que reserva 35% das vagas a políticas afirmativas para pessoas negras, indígenas, quilombolas e com deficiência. O edital trouxe protocolos de acessibilidade como provas em braille, videoprovas em Libras, mesas para cadeirantes, salas de amamentação e atenção a dispositivos médicos, além de normas específicas para condições infectocontagiosas.
Autoridades enfatizam que as iniciativas visam ampliar representatividade e promover inclusão, e todas as atualizações oficiais foram centralizadas na página gov.br/concursonacional. Fontes incluem a Secretaria de Comunicação Social da Presidência e o MGI, que orientaram sobre cronograma, recursos e próximos prazos de divulgação.
