Investe Piauí liderou, nos dias 26 e 27 de 2026, no Metropolitan Hotel, em Teresina, a elaboração de um plano estadual para estimular a mentalidade exportadora, com o objetivo de consolidar caminhos que ampliem e diversifiquem as vendas do Piauí ao exterior, promovendo desenvolvimento econômico local por meio de oficinas de planejamento que reuniram gestões públicas, empresários e instituições-chave para mapear entraves e oportunidades.
Participaram representantes de secretarias estaduais, prefeituras, agências de fomento, líderes empresariais e instituições de ensino e pesquisa. As mesas de trabalho funcionaram como oficinas para mapear entraves e oportunidades e definiram uma agenda de ações que prioriza medidas práticas: melhoria logística, simplificação regulatória, programas de certificação, incentivos para agregação de valor e mecanismos de financiamento alinhados a necessidades regionais.
A integração institucional foi apontada como condição necessária para evitar sobreposição de programas e otimizar recursos públicos e privados. Houve ênfase em políticas específicas para micro, pequenas e médias empresas, com propostas de assistência técnica, formação exportadora e redes de comercialização que permitam superar limitações de escala.
A Investe Piauí atuou como articuladora central, promovendo articulação entre esferas de governo e setor privado e propondo indicadores para monitorar resultados. Entre as dúvidas tratadas, ficou claro que os principais beneficiários serão os produtores locais, empreendimentos que agregam valor e as cadeias produtivas que adotarem práticas competitivas; os efeitos mais imediatos devem surgir em curto prazo com ações instrumentais, enquanto resultados expressivos em exportações podem levar entre dois e cinco anos.
O plano buscará articular fontes de financiamento público e privado e apoio técnico para certificações e logística. O sucesso será avaliado por indicadores como aumento do volume exportado, diversificação da pauta, número de empresas exportadoras e melhoria na renda das cadeias. Para avançar, serão necessárias fases de implementação, pactuação de recursos e monitoramento contínuo. Calendário de trabalhos prevê metas de curto, médio e longo prazo com avaliações periódicas e ajustes, participação setorial.
