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Descubra a aliança que investe R$ 256 milhões para salvar a Caatinga

Em uma iniciativa histórica para a sustentabilidade, uma aliança estratégica foi firmada em Belém, Pará, durante a COP30, em 12 de novembro de 2025, para impulsionar a recuperação ambiental do Nordeste.

A parceria, que une o Consórcio Nordeste ao BNDES e ao Banco do Nordeste, foi motivada pela urgência em combater a degradação e promover uma economia verde, garantindo um investimento de R$ 256,2 milhões para a revitalização de biomas, com foco especial na Caatinga, através do Programa Floresta Viva.

O pacto financeiro visa reverter a deterioração de áreas naturais e, ao mesmo tempo, estruturar cadeias produtivas sustentáveis que gerem emprego e renda na região.

Desse montante total, uma parcela substancial de R$ 178 milhões é proveniente de doações do BNB e dos governos do Piauí e Sergipe. Adicionalmente, o Piauí se comprometeu com um aporte de R$ 78 milhões, em cooperação com o Maranhão, para um projeto específico focado na revitalização da Bacia Hidrográfica do Rio Parnaíba.

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O governador piauiense Rafael Fonteles, que lidera o Consórcio Nordeste, expressou grande otimismo com o acordo, classificando-o como um ponto de partida com potencial de expansão. Ele destacou o duplo benefício da iniciativa: proteger a biodiversidade única da região e, simultaneamente, fortalecer a bioeconomia como um pilar de prosperidade para a população nordestina.

Agenda Tecnológica e Estratégica na COP30

Além do acordo financeiro, a agenda de Fonteles em Belém focou em soluções tecnológicas para a crise climática.

Ele inspecionou inovações de vanguarda no setor marítimo, como o navio Green Pioneer, o primeiro do mundo a usar amônia como combustível limpo em águas internacionais, e a embarcação JAQ H1, movida a hidrogênio verde, evidenciando o progresso em direção a um transporte com emissões zeradas.

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Sua participação no evento também envolveu diálogos sobre transição energética, incluindo a assinatura de um protocolo para powershoring — a atração de indústrias para o Nordeste com base em energia limpa — e a participação em um painel sobre a aceleração das metas climáticas do Brasil.

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